Dívida de quase Três Milhões e Meio referente precatórios pega de surpresa a Administração de Torrinha


A administração de Torrinha foi surpreendida com mais uma dívida dessa vez são quase Três Milhões e Meio referente a precatórios, deixados pela gestão anterior do prefeito Thiago Rochiti (PSD).

São exatamente R$ 3.496.824,25 (três milhões, quatrocentos e noventa e seis mil, oitocentos e vinte e quatro reais e vinte e cinco centavos), cuja maior parte do valor se refere a processos movidos pelo MP/SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), além de outros credores, entre os quais o Hospital Santa Terezinha e pessoas físicas.

Essa não é a primeira vez que a administração do prefeito Ronaldo Gasparelo (PV) é surpreendida com fatos como esse, recentemente foi notificada devido a falta de recolhimento da GFIP (Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social) de férias e décimo terceiro dos servidores, no período de abril, maio e junho de 2013, restou uma dívida de 600 mil reais nos cofres do Município. Esse valor teve origem na gestão do então prefeito, Thiago Rochiti (PSD), causando enormes prejuízos a cidade, agora os valores são estratosféricos segundo o prefeito, que mais uma lamenta a situação deixada na cidade e as dividas supressas que tem aparecido.

“É lamentável que vivemos mais essa situação na qual teremos que pagar mais de três milhões e meio de reais somente de precatórios, que somados aos 600 mil anterior, o valor ultrapassa os 4 milhões somente em precatórios, é uma surpresa realmente bastante desagradável. Esses recursos que poderiam ser investidos em saúde, educação, infraestrutura e ainda em outros projetos que beneficiasse a nossa população terão que ser utilizados para pagar essas dividas, sob a pena de perdermos a nossa Certidão Negativa de Debito – CND e ficar impedido de firmar convênios com os governos estadual e federal, não temo o que discutir, somos obrigados a pagar e ponto. Nossa população e testemunha do quanto temos lutado muito para conseguir recursos e situações como essas realmente nos deixam surpresos e tristes, pois seremos obrigados a rever nosso planejamento e quem sabe até deixar de fazer investimentos para pagar essas dividas”, lamentou Ronaldo Gasparelo.